ENTENDA SEUS DADOS E VENDA MAIS Destaque

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O gigantesco volume de dados gerados a cada segundo é a melhor fonte para ter um e-commerce de sucesso

Melhor experiência de compra, mais satisfação dos usuários, mais vendas. Para ter um e-commerce matador, é fundamental investir em soluções para armazenar, processar e extrair valor de todos os dados gerados no seu site. Dados são o ponto de partida para transformar análises em inteligência de negócios, afinal eles carregam informações valiosas sobre os consumidores e o mercado e podem ajudar a colher os melhores resultados.

Para extrair o poder dos dados, ferramentas como big data, inteligência artificial e machine learning são acessíveis a todo tipo e tamanho de e-commerce, são tecnologias que auxiliam nas decisões estratégicas, gerando ainda mais conversões para o negócio.

Para guiar o futuro do seu negócio, entenda como big data pode ajudar a converter mais vendas no seu e-commerce.

CONHECER MELHOR A PERSONA

Cada clique, cada curtida, cada página visitada, todos os passos dos consumidores podem ser monitorados na web. O papel dos softwares de análise de dados é reunir e organizar as informações para transformá-las em inteligência.

PREVER TENDÊNCIAS E DEMANDAS DO MERCADO

Antes de investir todo o dinheiro no desenvolvimento de um novo produto, é preciso saber se o púbico realmente vai gostar dele. A inteligência de dados ajuda a fazer previsões como essa.

MELHORAR O ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR

Como o big data, o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) deixa de ser apenas um setor para responder a reclamações de clientes por e-mail ou telefone. A análise de dados sobre os consumidores permite agir ativamente para entregar soluções personalizadas, de acordo com o histórico de interações e as preferências de cada cliente.

DIMINUIR O ABANDONO DE CARRINHO

O processo de checkout é um ponto sensível para todo e-commerce. É preciso identificar qualquer motivo que esteja causando ao abandono de carrinho. O big data ajuda a perceber padrões de comportamento dos usuários, identificando possíveis erros no site ou outros problemas (como o preço do frete), além de coletar dados dos clientes, que depois podem ser impactadas pelo remarketing.

PERSONALIZAR A EXPERIÊNCIA DE COMPRA

O big data também permite que cada consumidor acesse uma loja virtual exclusiva para ele. Se as empresas estão munidas de informações dos clientes, podem criar sites dinâmicos que se adaptam aos interesses e hábitos de cada pessoa.

Revista Varejo s.a. / Ano 44 / nº 531 – janeiro 2019 – pág. 43

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E-COMMERCE AVANÇA NO BRASIL

Recente estudo confirma tendência de mais oportunidades para os varejistas

De acordo com o último relatório de um dos líderes globais em logística, a United Parcel Service of America (UPS), conduzido pela comScore Inc., líder em avaliação de comportamento de consumidores em diversas plataformas, o Brasil apresenta resultados muito significativo no que diz respeito à participação global no comércio eletrônico. Dos 18 mil compradores on-line entrevistados ao redor do mundo, 1.144 eram do Brasil.

No ranking dos maiores economias de internet móvel do mundo, o país ocupa o quinto lugar. A grande demanda dos compradores on-line brasileiros é por produtos estrangeiros, sendo a China – em virtude das amplas ofertas – responsável por 63% das compras on-line realizadas em nosso país.

O setor de comércio eletrônico do Brasil segue bastante otimista com a possibilidade de 12% de crescimento em 2018, o que representa mais de US$ 15 bilhões.

  • MOBILE

O estudo confirma ainda uma forte tendência do consumidor brasileiro, na esfera do e-commerce:   o uso do mobile é cada vez mais frequente nas operações de compra, representando 90% das transações on-line. Se comparado a outros países, o uso de smartphones pelo brasileiro durante as compras via internet é bastante expressivo. Apenas o México supera o Brasil nessa porcentagem e estamos à frente do Canadá e dos Estados Unidos no uso dos smartphones durante as compras.

Ainda de acordo com o relatório, o comparativo em relação ao perfil das operações on-line ocorridas em 2015 demonstra que, atualmente nove entre dez usuários preferem realizar as compras por meio de aplicativos, opção mais ágil do que websites.

Apesar de considerado um consumidor paciente no que diz respeito aos prazos de entrega das mercadorias adquiridas on-line, o estudo recomenda que os varejistas ofereçam aos consumidores brasileiros opções flexíveis de entrega, como coleta na loja, entrega agilizada e serviço em horários após às 17h e durante os finais de semana.

Outro importante estudo apresentado recentemente pela renomada analista de inovação Mary Meeke – uma das maiores referências do Vale do Silício – reforça a ideia de que o e-commerce é a atividade que mais cresce pelo celular. O Google está expandindo sua plataforma de anúncios para o comércio, enquanto a Amazon está se movendo para a publicidade. O Facebook entra forte nas recomendações para e-commerce também.

Nesse cenário ultradinâmico, o Brasil tem como desafio não somente manter o consumidor ativo nas compras on-line internacionais, como também insistir para que medidas econômicas sejam tomadas para incrementar, cada vez mais, as vendas de produtos brasileiros para o mercado global.

Revista Varejo s.a. / ano 43 / nº 525 / julho 2018

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NOVAS FUNCIONALIDADES AJUDAM A EXPLORAR O POTENCIAL

DAS REDES PARA O SEU NEGÓCIO

As redes sociais estão no dia de todos os brasileiros e já fazem parte das estratégias de marketing digital dos empresários que sabem utilizar todo o seu potencial para convergir em relacionamento com clientes, propagação da marca e, claro, possíveis vendas.

As mais famosas, como Facebook, Instagram e Youtube, são diariamente monitoradas nas empresas, mas ainda que muitas organizações já tenham especialistas focados em trabalhar a comunicação digital, outras não possuem esse ramo totalmente profissionalizado e podem se perder com as muitas novidades.

Seguem as atualizações mais recentes das redes sociais mais utilizadas no mundo corporativo:

FACEBOOK

A rede social anunciou recentemente uma mudança na forma com os feeds serão exibidos, priorizando postagens por empresas, marcas, mídia e celebridades. A alteração irá afetar posts, vídeos e fotos exibidos no perfil dos mais de dois bilhões de usuários da rede social, com postagens de empresas, marcas e mídia aparecendo menos para priorizar a interação entre amigos e familiares.

Segundo comunicado oficial do Facebook, páginas cujos posts não costumam receber muitas reações ou comentários sentirão uma queda maior em seu alcance. Ainda que inicialmente essas mudanças sejam ruins para as empresas, isso pode ser visto como uma oportunidade para um melhor direcionamento dos investimentos na rede social. As empresas que dedicaram mais esforços na estratégia estarão à frente de outras.

 

INSTAGRAM

A rede social de compartilhamento de fotos e imagens anunciou um novo formato de anúncio na ferramenta Stories, que permite a publicação de até três peças sequenciais de propaganda – antes, era possível publicar apenas uma. Inicialmente, o mecanismo estará disponível para algumas marcas ao redor do mundo.

Com a mudança, a empresa aposta que os anunciantes poderão explorar ainda mais a função Stories, criando campanhas mais diversificadas, dinâmicas e com mais apelo ao público.

YOUTUBE

A maior rede social de vídeos passa a permitir que usuários vejam vídeos do site no celular, sem necessidade de conexão à internet. O novo app You Tube Go Permite que o usuário baixe os vídeos no smartphone. Assim, é possível usar Wi-Fi para baixar o vídeo e vê-lo depois sem ter que usar o pacote de dados de internet.

Para usar o recurso, é necessário baixar o aplicativo, disponível apenas para aparelhos Android por enquanto.

 

WHATSAPP

O aplicativo de troca de mensagens e mídia mais utilizado no Brasil anunciou o lançamento de um novo app voltado para empresas: o WhatsApp Business, um canal de comunicação entre negócios e clientes.

De acordo com o comunicado oficial da empresa, o WhatsApp Business é um aplicativo dedicado inicialmente para Android, gratuito para download e desenvolvido para atender as necessidades de uma pequena empresa. Por enquanto, está disponível em alguns países selecionados, mas não deve demorar a chegar ao Brasil.

Nele, as contas poderão ser configuradas como perfil empresarial; assim, os usuários saberão que estão falando com uma empresa, facilitando a comunicação entre as duas partes e tornando-a mais segura. Segundo o WhatsApp, os microempreendedores individuais também poderão criar perfis profissionais.

Revista Varejo s.a. / ano 43 / nº 521 / março 2018

 

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“O objetivo do marketing é tornar supérfluo o esforço de vender!”. (Peter Drucker)

Dentro da caixa de ferramentas do marketing, entre uma vasta quantidade delas, encontramos uma que é de fundamental utilidade, principalmente no varejo. Quero dizer no ponto de vendas. Na sua loja. Esta ferramenta indispensável se chama Merchandising. A palavra Merchandising, vem do latim “mercadi”, que significa comércio ou ato de mercar, comercializar. Mas na verdade o Merchandising, como ferramenta que dispomos hoje, nada mais é do que um conjunto de operações táticas utilizadas no ponto de vendas, para se colocar no mercado o produto ou serviço certo, no lugar certo, na quantidade certa, no preço certo, no tempo certo, com o impacto visual adequado e na exposição correta. Ou seja, tudo que podemos fazer para facilitar, atiçar e despertar o desejo de compra no nosso cliente dentro da nossa loja, é ação de Merchandising. As ações do Merchandising mais comuns são o desenvolvimento da fachada: letreiro, luminoso, backlight, etc.; o layout interno: que é a indução da movimentação do cliente na loja; a tematização do ambiente: de acordo com a imagem que se deseja transmitir; o mobiliário, a disposição dos produtos, a iluminação, a sonorização, a aromatização, os cartazes de preços, os banners, os painéis, os displays, os uniformes dos colaboradores e tudo o que utilizemos dentro da loja para vender mais, é Merchandising. Já é fato indiscutível que o uso adequado do marketing, seja com promoção, preço e propaganda, são imprescindíveis para a sobrevivência de uma empresa neste mercado muitíssimo competitivo, porém, é no ponto de vendas que as coisas se concretizam realmente, porque é somente lá, que se encontram os três elementos fundamentais para a concretização do negócio: o produto, o consumidor e o dinheiro. Por isso pesquisas mostram que menos de 15% dos clientes vão às compras decididos e 85% se decidem lá dentro da sua loja. O seu estabelecimento, seja de comercio ou serviço, deve trazer na sua atmosfera um vendedor silencioso, transmitindo simpatia e empatia ao consumidor. Se os produtos são praticamente iguais, os preços semelhantes, então porque o cliente gosta mais de comprar em um lugar do que em outro? Por causa do atendimento? Seria pela amizade com o proprietário ou vendedor? Pelo preço? Sim, todas elas tem sua importância, mas principalmente porque há um diferencial e há uma comunicação no ar, gerando um sentimento positivo nele, levando-o a comprar pelo prazer de ser completamente atendido no seu desejo supremo. Quando nos sentimos bem em um lugar, queremos ficar mais tempo e voltar sempre. O cliente tem de sentir isso do seu negócio, porque a final, ele é o Rei!

 

 

 

Falar sobre marketing para empreendedores é uma grande responsabilidade. Primeiro porque se trata de um tema muito presente no seu dia a dia, diria até vital. E segundo porque há muita coisa escrita sobre o tema, seus conceitos, seus cases de sucesso. Mas fugir do básico e penetrar num campo mais aprofundado do assunto, não é muito comum. Então este é o nosso objetivo. Consciência de Marketing. O marketing está presente em cada centímetro da sua empresa, seja ela indústria, comércio ou serviços. O marketing está em cada pensamento do empreendedor, do diretor, do gerente e até mesmo do funcionário. Quando isso não ocorre, temos um problema. A escolha do nome da empresa é marketing. A escolha do local do estabelecimento é marketing. A escolha do nicho de mercado, do tipo de produto, da sua disposição, dos móveis, do preço de venda, das promoções, da propaganda, tudo isso é marketing. A escolha dos colaboradores, com toda certeza, requer uma consciência de marketing por parte do empregador, que o faz reconhecer no contratado a atitude de marketing. Muitas vezes observamos empresas que foram projetadas criteriosamente, onde tudo foi bem pensado. Cada detalhe contendo uma razão de ser no ponto de venda. Os produtos bem visíveis, de forma a atiçarem os clientes a comprar mais. Tudo no seu devido lugar, com exceção dos colaboradores. Os agentes diretos de vendas. Aqueles que estampam a imagem da empresa. O rosto, a voz, os olhos da empresa. Neste caso, tudo pode estar perdido. Assim como entrar em uma loja com as luzes fracas ou apagadas, com produtos de difícil visualização, preços impossíveis de encontrar, é duro ser atendido por vendedores que sentimos de imediato, que gostariam de estar longe dali. Que expressam o desânimo de atender, quanto mais realizar os desejos de compra do cliente. A consciência de marketing é a única forma de mantermos sempre presentes os objetivos de trabalho, seja pela simples postura de tratar bem as pessoas que convivemos, ou seja, na disposição de mostrar todos os produtos da loja, mesmo que saibamos que o cliente não vai levar nada hoje, pois sempre haverá o dia de amanhã e é lá que queremos chegar. Essa tal consciência de marketing é demonstrada pelo empreendedor que acredita que todo trabalho é de médio e longo prazo. Que prefere investir menos e sempre, do que jogar todas as fichas numa vez só. Ele sabe que uma marca leva muito tempo para se solidificar no mercado e que tudo a sua volta, ponto de venda, produto, preço, promoção e principalmente os colaboradores são parte fundamental disto e sendo assim, trabalha para que todas as peças funcionem.

Carton Cardoso - Analista de Marketing

www.cartoncardoso.com.br

 

Ler 1217 vezes Última modificação em Quarta, 30 Janeiro 2019 17:50

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